Teoria de Freud
Monday, 27. July 2009, 20:10
A Estrutura de Freud e o Modelo Topográfico da personalidade
A Teoria de Sigmund Freud é bastante complexa e contudo seus escritos sobre o desenvolvimento psicosexual mostra o fundamento de como nossa personalidade se desenvolve, e esta é apenas uma das cinco partes da sua teroria da personalidade. Ele também acreditava que diferentes forças dirigem o desenvolvimento durante estes estágios que desempenham um importante papel no como nós interagimos com o mundo.
Modelo Estrutural (id, ego, superego)
De acordo com Freud, nós nascemos com nosso Id. O Id é uma importante parte de nossa personalidade porque como recém-nascidos, ele nos permite conseguir receber nossas necessidades básicas. Freud acreditava que o id é baseado no principio do prazer. Em outras palavras, o id quer qualquer coisa que o faça sentir-se bem na hora, sem nenhuma consideração pela realidade da situação. Quando uma criança está faminta, o id quer comida, e então a criança chora. Quando a criança precisa ser trocada, o id chora. Quando a criança está desconfortável, com dor, calor, frio, ou apenas quer atenção, o id fala até ele ou ela receber o que necessita.
O id não se preocupa com a realidade, com as necessidades de mais ninguém, apenas com sua própria satisfação. Se você pensar sobre isto, os bebês não tem real consideração pelos desejos de seus pais. Eles não se importam com o tempo, se os pais estão dormindo, relaxando, jantando ou tomando banho. Quando o id quer algo, nada mais é importante.
Nos próximos três anos de vida, como a criança interage cada vez mais com o mundo, a segunda parte da personalidade começa a desenvolver. Freud chamou esta parte de Ego. O ego está baseado no princípio de realidade. O ego entende que as outras pessoas têm necessidades e desejos e que, às vezes, sendo impulsivo ou egoísta pode feri-las no final das contas. O trabalho do ego é satisfazer as necessidades do id, mas levar em conta a realidade da situação.
Por volta dos cinco anos, ou no fim da fase fálica de desenvolvimento, o Superego se desenvolve. O Superego é a nossa parte moral e se desenvolve devido às restrições morais e éticas colocadas em nós por nossos cuidadores (pais, adultos, profissionais da área de saúde). Muitos comparam o superego com a consciência como se ele ditasse nossas crenças sobre o certo e o errado.
Em uma pessoa saudável, de acordo com Freud, o ego é o mais forte de forma que isto pode satisfazer as necessidades do id, não transtornar o superego e ainda levar em conta a realidade de toda situação. Não é um trabalho fácil de qualquer forma, mas se o id fica muito forte, os impulsos e satisfação do ego toma conta da vida da pessoa. Se o superego se tornar forte, a pessoa seria dirigida através de moralidades rígidas, seria crítico e inflexível em suas interações com o mundo. Você aprenderá como o ego mantém controle se continuar a leitura.
Modelo Topográfico
Freud acreditou que a maioria do que nós experimentamos em nossas vidas, as emoções subjacentes, convicções, sentimentos e impulsos não estão disponíveis em nós a um nível consciente. Ele acreditou que a maioria do que nos dirige é enterrado em nosso inconsciente. Se você se lembra do Oedipus e Complexo de Electra, eles eram ambos pressionados pelo inconsciente, o que está fora de nossa consciência devido à ansiedade extrema que causam. Porém, enquanto estiver enterrado em nosso inconsciente continuará a nos impactar dramaticamente, segundo Freud.
O papel do inconsciente é apenas uma parte do modelo. Freud também acreditou que tudo aquilo que desperta nossa atençao é armazenado em nosso consciente. Nosso consciente compõe uma parte muito pequena de quem nós somos. Em outras palavras, seja em que momento for, nós ficamos atentos em uma parte muito pequena deste modelo que compõe nossa personalidade; a maioria do que nós somos está enterrado e inacessível.
A parte final é a preconsciencia ou subconsciente. Esta é uma parte de nós que podemos acessar prontamente, mas não está dentro de nossa consciencia ativa. Fica debaixo da superfície, mas ainda um pouco enterrado a menos que nós procuremos por isto. Informações como nosso número de telefone, algumas recordações de infância ou o nome de seu melhor amigo de infância ficam armazenadas na preconsciencia.
Porque o inconsciente é tão grande, e porque nós só estamos atentos em uma parte muito pequena do consciente num determinado momento, esta teoria foi comparada a um iceberg onde a maior parte fica enterrada embaixo da superfície da água. A propósito, a água representaria tudo aquilo ao que nós não estamos atentos, não experimentamos e que não foi integrado em nossas personalidades, chamado o não-consciente.
Traduação Adaptada do texto em Inglês disponível no site:
<http://allpsych.com/psychology101/ego.html>. Acesso 27 jul 2009.
Para saber mais sobre Electra e Oedipus:
HALBERSTADT-FREUD, Hendrika. Electra versus Oedipus. Psyche (Sao Paulo), June 2006, vol.10, no.17, p.31-54. ISSN 1415-1138.
HALBERSTADT-FREUD, Hendrika. Electra versus Oedipus. Psyche (Sao Paulo). [online]. June 2006, vol.10, no.17 [cited 27 July 2009], p.31-54. Available from World Wide Web: <http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-11382006000100003&lng=en&nrm=iso>. ISSN 1415-1138.
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